Ao buscar atendimento em hospitais, clínicas ou planos de saúde, o paciente pode se deparar com informações incompletas, decisões pouco explicadas ou dúvidas sobre quem deve consentir com o tratamento.
Até recentemente, muitas dessas garantias apareciam dispersas em diferentes normas, o que dificultava compreender o alcance da autonomia, do acesso ao prontuário e do direito a acompanhante.
Este artigo apresenta os principais pontos da nova lei e indica como analisar informação, consentimento, prontuário e proteção da dignidade no atendimento.